Paróquia Santa Maria Goretti

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12/10/2013

NOSSA SENHORA APARECIDA

Nossa Senhora Aparecida é um título católico dado a Maria, mãe de Jesus. Nossa Senhora Aparecida é a padroeira do Brasil, e dia 12 de outubro é feriado nacional. Tem um santuário dedicado à sua imagem em São Paulo, e o Papa João Paulo II consagrou a Basílica como o maior santuário mariano do mundo. O dia de Nossa Senhora Aparecida é comemorado todos os anos, no dia 12 de outubro, como feriado nacional no Brasil.

O Dia de Nossa Senhora é também conhecido como o "Dia das Crianças", foi criado por um Deputado brasileiro para homenagear as crianças, e escolheu esse dia pois é o dia da Mãe de Jesus.

Origem do Dia de Nossa Senhora Aparecida

No ano de 1717, pescadores lançaram suas redes no Rio Paraíba do Sul, para pegar peixes grandes para um jantar especial para o Conde de Assumar. Eles tentaram muito, e não estavam conseguindo nada. Quando já estavam quase desistindo, um pescador chamado João Alves apanhou uma imagem de Nossa Senhora da Conceição, mas sem a cabeça, e enrolou-a em um manto. 17 anos depois do achado foi construída a primeira capela.

Quando a Princesa Isabel veio ao Brasil pela segunda vez, ofertou um manto azul e uma coroa cravejada de diamantes.

Nossa Senhora da Conceição Aparecida, foi proclamada Rainha do Brasil e sua Padroeira Oficial em 16 de julho de 1930, por decreto do Papa Pio XI sendo coroada, e 50 anos depois foi decreto oficialmente que dia 12 de outubro seria feriado oficial.

FONTE: http://www.calendarr.com

03/09/2013

FESTA DA PADROEIRA
SANTA MARIA GORETTI 2013

Recordar é viver! Por isso, quero convidar a todos a reavivar no coração a caminhada que fizemos nestes três dias do tríduo, para bem festejarmos, a Solenidade de nossa Padroeira Santa Maria Goretti.

No 1º. Dia, Pe. Ednaldo nos convidou a resgatar o sentido teológico de uma paróquia (estrangeiro; migrante; viver junto a, habitar nas proximidades); usou de uma imagem: a estação. A paróquia é uma estação onde se vive de forma provisória, pois o cristão é um caminheiro. Ele segue o caminho da salvação.

A partir do Concilio Vaticano II: (1960) a paróquia é vista a partir de três direcionamentos: a passagem do territorial para o comunitário; do princípio único do pároco a uma comunidade toda ministerial; e da dimensão cultual para a totalidade das dimensões da comunhão e da missão da Igreja no mundo; deixou ser cultual apenas e se tornou também lugar de comunhão, pregação, testemunho e serviço.

A partir de toda esta caminhada histórica o Doc. Aparecida reafirma que a paróquia são células vivas da Igreja e o lugar privilegiado para uma experiência concreta de Cristo e da comunhão eclesial, ou seja, centro de vivência cristã nos estimulando a sair de nos mesmos, para sermos verdadeiros discípulos e missionários.

Portanto, a Paróquia é vista como casa, resgatando o sentido de lar e família; estação onde paramos para prosseguir na estrada de Jesus. A paróquia como casa é o local onde se ouve a convocação feita por Deus, em Cristo, para que todos sejam um e vivam como irmãos. O chamado e para todos. É vocação para todos formarem a grande família de Deus, a família dos que “ouvem a Palavra de Deus e a põem em prática”; da comunidade-igreja, construída por pedras vivas e serve de inspiração para viver a unidade cristã. Esta casa é sustentada por três colunas: da Palavra; do pão e da caridade (ágape).

No 2º. Dia Pe Francisco (Chicão), nos proporcionou uma reflexão sobre os novos contextos, ou seja, os desafios à paróquia.


Toda a nossa missão de cristão, comunidade e paróquia, é anunciar o Evangelho, o Cristo, o Reino de Deus. Para isso, é necessário conhecermos a realidade de nossa paróquia, onde valores são questionados e novos modos de relacionamentos aparecem. O desafio é evangelizar uma sociedade em rápidas, profundas e constantes mudanças que geram comportamentos inéditos e apresentam novos problemas éticos e morais.

Para conhecer a realidade da paroquia, necessitamos olhar para os desafios da pessoa, da comunidade e da sociedade.

A) Olhando a pessoa, vemos aflorar:

    1. o individualismo, que sobressai o eu sobre o nós; o indivíduo sobre a comunidade; a felicidade é vista como realização e sucesso pessoal, em detrimento do bem comum e da solidariedade, proporcionando assim uma fé e uma religião sem compromisso e pertença comunitária.

    2. Mudanças na família: a estrutura e o conceito de família mudou muito nos dias de hoje, pois temos, várias configurações e tipos de família apresentado pela sociedade. A Igreja precisa ter misericórdia e acolhida. Pois, não pode perder os ensinamentos e a dignidade da família, mas também precisa saber acolher estas novas realidades.

B) Olhando a comunidade, não podemos deixar de lado, a mudança que houve:

    1. hoje o território físico não é mais importante que o território das relações, pois o ser humano hoje é marcado pela mobilidade e pelo dinamismo de relações. Prefere-se hoje, muitas vezes, a vida em rede, sociais e virtuais, não valorizando a convivência e a pertença física e estrutural.

    2. Estruturas obsoletas: excesso de burocracia e falta de acolhida; pensar paróquia não mais somente na pessoa do padre, mas sim a partir e com todos os batizados, valorizando o protagonismo dos leigos e chamando-os a uma conversão profunda enquanto pessoa e comunidade para Cristo, o que é obra e graça, primeiro lugar.

    3. O relativismo (que leva as pessoas a não distinguirem mais o que é certo do errado, pois tudo é relativo) e o fundamentalismo (que impede de perceber o outro como diferente).

C) Olhando a sociedade, contemplamos esta realidade:

    1. não se busca o verdadeiro, mas o desejável. A verdade se torna relativa às diferentes necessidades das pessoas, crescendo assim a cultura do imediatismo.

    2. Há o pluralismo religiosos: diferentes formas de viver e pensar convivem em nossa cultura, gerando a liberdade e a fragmentação da vida e da cultura, pois o pluralismo nem sempre respeito o outro, e seu exagero gera o indiferentismo.
Portanto, os desafios são externos e internos.

De fora sopram os ventos do individualismo, do relativismo, do fundamentalismo, do pluralismo e das mudanças familiares.

De dentro, somos desafiados a por em prática a conversão pastoral, enfrentando o problema da territorialidade paroquial e a da manutenção de estruturas obsoletas à evangelização.

No 3º. Dia Pe. Marcelo, deu-nos algumas pistas sobre as perspectivas pastorais, onde devemos:


    1. recuperar as bases da comunidade cristã, a partir do tripé, do qual como povo de Deus somos participantes: o múnus sacerdotal (viver da Eucaristia), profético(alimentado pela Palavra) e real= Reino (viver na caridade);

    2. Comunidade de comunidades: pois somente assim poderemos viver afetivamente e efetivamente, pois precisamos e necessitamos do conhecimento e convivência mútua para ser verdadeiramente uma comunidade. Por isso, a setorização da paróquia, em pequenos grupos, facilita o conhecimento e a vivência de família, povo de Deus; a integração dos grupos, pastorais, movimentos e serviços, não são independentes, são membros da mesma e única Igreja; a revitalização da comunidade: valorizando as diferenças para se viver a unidade e comunhão.

    3. Conversão pastoral: a partir do encontro pessoal e comunitário com Jesus Cristo.

Na festa da Padroeira, quero pedir por intercessão de Sta. Maria Goretti, nossa querida padroeira, que no seu exemplo de vida e fé, possamos caminhar como Igreja, alimentada pelo testemunho dos apóstolos, santos e santas de Deus, pessoas que viverem profundamente a sua experiência com Cristo crucificado e ressuscitado; souberam amar e servir a Cristo nos(as) irmãos(as).

Sta. Maria Goretti, foi esse grão de trigo que caiu na terra e produziu muitos frutos! Tudo isso foi possível, porque ela, soube vivenciar o amor misericordioso de Deus em sua vida. Um amor que foi alimentado pela Eucaristia, pela Palavra de Deus e pela vivência de fé no seio de sua família; um amor que fez a preferir morrer do que pecar; um amor que transformou seu coração humano em divino, capaz de perdoar o próprio assassino; um amor que transformou a sua estrutura pessoal e humana; um amor que a fez sair de si mesma para testemunhar o verdadeiro Amor que é Cristo.


Sta Maria Goretti, intercede por cada um de nós e pela nossa comunidade, para que, sejamos verdadeiros discípulos e missionários; sejamos uma verdadeira comunidade de comunidade, onde todos se conheçam, se amem e vivam a verdadeira unidade e comunhão na diversidade de dons e talentos. Que sejamos conhecidos como seguidores de Cristo, como a Igreja de Cristo, pelo amor que vivemos entre nós.

Santa Maria Goretti, intercedei por cada um de nós, para que nossa santidade seja alcançada e se torne uma realidade no seio de nossa comunidade paroquial. Amém.

Pe. Angelo Donizeti Crivelaro
Pároco

01/07/2013

COMUNIDADE DE COMUNIDADES:
UMA NOVA PARÓQUIA


Estamos aproximando da festa de nossa padroeira, momento de manifestarmos a justiça do nosso coração, ou seja, a nossa gratidão ao Deus Uno e Trino por termos como patrona Santa Maria Goretti, Virgem e Mártir.

Neste ano, em preparação a Festa de nossa Padroeira, teremos a oportunidade de refletirmos em nosso Tríduo, o tema: Comunidade de Comunidades: Uma nova Paróquia.

Este tema foi abordado pelos nossos bispos em Aparecida, na 51º Assembléia da CNBB, onde os mesmos tiveram a oportunidade de refletirem a necessidade de encontrar caminhos concretos para a renovação das nossas comunidades diante das mudanças que estamos vivendo. Desta Assembléia surgiu um texto de estudo (Documento 104 da CNBB) para que nossas Igrejas Particulares (dioceses) possam refletir e contribuir com sugestões que sirvam de inspirações e caminhos que possibilitem uma nova paróquia: comunidade de comunidades, como nos lembra o texto de estudo: “Como Paulo envia aos irmãos que com ele convivem uma carta às igrejas que estão na Galácia, assim os bispos do Brasil enviam esse texto às igrejas particulares no Brasil. Como uma carta para ser lida e refletida, mas também para receber as contribuições necessárias no desejo de sermos uma Igreja que testemunha Aquele que realizou a vontade do Pai (cf. Gl 1,1-5)”.

A paróquia é a casa, por excelência, de todos os fiéis, aonde eles devem encontrar o Cristo Ressuscitado. A paróquia é lugar de acolhida, de orientação, de ajuda espiritual e material.

A partir das paróquias pode acontecer uma renovada evangelização. Assim sendo, nossas paróquias devem ser acolhedoras, missionárias, fomentando redes de comunidades vivas e atuantes, que sejam irradiadoras de vida e, portanto, evangelizadoras. Acolhimento e missão formando discípulos de Cristo Ressuscitado que vivam na unidade.

A renovação da paróquia é fundamental para a Igreja enfrentar os desafios pastorais, a missão, enfim, evangelizar, levar a boa-nova de Jesus Cristo a todas as pessoas, formando pequenos núcleos pastorais, como células vivas da grande mãe, chamada de Paróquia.

Abramos o nosso coração! Celebremos nossa fé no testemunho de Sta. Maria Goretti! Que esta festa abra o nosso coração para iniciarmos esta reflexão e sermos verdadeiramente uma comunidade de comunidade, onde todos vivam a unidade e comunhão na diversidade de dons e talentos que a própria graça de Deus nos concede.

Que Santa Maria Goretti nos abençoe e proteja!

Fraternalmente,
Pe. Angelo Donizeti Crivelaro
Pároco


FESTA DA PADROEIRA
SANTA MARIA GORETTI 2013

Tema: “Comunidade de comunidades: uma nova Paróquia”.

Dia 03/07/2013 – Quarta-feira– 19h
1º. Dia – Lema: A comunidade numa perspectiva teológica
Pregador: Pe. Ednaldo Antônio Marfil de Jesus
Participação especial: Ministros da Eucaristia – Pastoral da Saúde – Dízimo – Conselho Administrativo – Acólitos e Coroinhas
Gesto Concreto: Fralda Geriátricas / Cobertor / Agasalhos

Dia 04/07/2013 – Quinta-feira – 19h e 30 min
2º. Dia – Lema - Novos contextos: desafios à Paróquia
Pregador: Pe. Francisco Jaber Zanardo Moussa (Chicão)
Participação especial: Pastoral Familiar – Noivos – Pastoral da Criança - Teatro
Gesto Concreto: - Fraldas Infantis / Arroz / Feijão

Dia 05/07/2013 – Sexta-feira – 19h e 30 min
3º. Dia – Lema – Perspectivas Pastorais
Pregador: Pe. Marcelo Campioni
Participação especial: Liturgia e Música – Ornamentos – Vicentinos – Comunidade Santa Rita - Batismo
Gesto Concreto: - Óleo / Açucar / Farinha de Trigo

Dia 06/07/2011 – Sábado – 19h - Missa seguida de procissão.
Festa: Sejamos Igreja à luz do testemunho de Sta. Maria Goretti.
Pregador: Pe. Angelo Donizeti Crivelaro
Participação especial: Mãe Rainha – Missionária – Catequese – RCC / Jovens – Apostolado da Oração
Gesto Concreto: - Macarrão / Molho de Tomate / Enlatados


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